É verdade que a imponência dos monumentos e a história que encarnam não deixam ninguém indiferente. No entanto, confesso que não são esses os ‘pontos altos’ das viagens. Um sorriso. Um abraço. Um convite para tomar café na casa de alguém que conheci há escassos minutos. Os becos e ruelas que rodeiam as ruas principais e as suas gentes, no quotidiano, nos lugares mais inóspitos e, ainda, em estado puro. Numa palavra: pessoas. Serão essas as minhas primeiras recordações de cada cantinho que me vai completando.
Regresso ao Uzbequistão…



das publicações mais puras de sempre 🙂
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Quando as imagens dançam em harmonia com as palavras…
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